quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Realidade Virtual - História


O conceito de realidade virtual existiu durante décadas, apesar de só ter chegado ao conhecimento do público no início dos anos 90. Em meados da década de 50, um cineasta chamado Morton Heilig achou que a experiência no cinema estimularia todos os sentidos do seu público. Assim, em 1960 construiu um pequeno compartimento chamado Sensorama, que incluía um ecrã estereoscópico, ventiladores, aromas, alto-falantes estéreos e uma cadeira móvel. Inventou igualmente um ecrã de televisão montado no topo, para que o usuário pudesse ver televisão em 3-D.

Posteriormente os engenheiros da Philco Corporation desenvolveram o primeiro HMD, em 1961, chamado de Headsight. Este capacete incluía uma tela de vídeo e um sistema de rastreamento, que estava directamente ligado a um sistema de câmara de circuito fechado. O objectivo prendia-se com a utilização do HMD em situações perigosas - um usuário poderia observar um ambiente real ajustando o ângulo da câmara ao girar a cabeça. A Bell Laboratories usou também um HMD semelhante em pilotos de helicóptero ligando-o a câmaras de infravermelho presas na parte inferior dos helicópteros permitindo que os pilotos tivessem um campo de visão claro ao voarem no escuro.

Em 1965, um cientista da computação chamado Ivan Sutherland idealizou o que chamava de "Ultimate Display". Com esse ecrã, uma pessoa poderia ver um mundo virtual tão real quanto o mundo físico no qual o usuário vivia. Essa visão orientou praticamente todos os desenvolvimentos dentro do campo da realidade virtual. O conceito de Sutherland incluía a criação de um mundo virtual que parece real a qualquer observador, visto através de um HMD e ampliado por meio de estímulos tácteis e sonoros tridimensionais, um computador que mantém o modelo do mundo em tempo real e ainda a capacidade dos usuários de manipular objectos virtuais de uma maneira intuitiva e realista.

Em 1966, Sutherland criou um HMD que era ligado a um sistema de computador e este fornecia todos os gráficos para o ecrã. O HMD podia exibir imagens em estéreo, dando a ilusão de profundidade, além de poder acompanhar os movimentos da cabeça do usuário, para que o campo de visão mudasse adequadamente à medida que o usuário olhasse ao redor.

Realidade Virtual - Definição

Realidade Virtual (RV) pode ser definida de uma maneira simplificada como sendo a forma mais avançada de interface do usuário de computador até agora disponível e que tem actualmente aplicação na maioria das áreas do conhecimento, senão em todas com um grande investimento das indústrias na produção de hardware, software e dispositivos de E/S especiais.

Uma definição um pouco mais refinada de realidade virtual é a seguinte : "realidade virtual é uma forma das pessoas visualizarem, manipularem e interagirem com computadores e dados extremamente complexos". Agrupando algumas outras definições de realidade virtual pode-se dizer que realidade virtual é uma técnica avançada de interface, onde o usuário pode realizar imersão, navegação e interacção num ambiente sintético tridimensional gerado por computador, utilizando canais multi-sensoriais.

A interface com realidade virtual envolve um controle tridimensional altamente interactivo de processos computacionais. O usuário entra no espaço virtual das aplicações e visualiza, manipula e explora os dados da aplicação em tempo real, usando seus sentidos, particularmente os movimentos naturais tridimensionais do corpo. A grande vantagem desse tipo de interface é que o conhecimento intuitivo do usuário a respeito do mundo físico pode ser transferido para manipular o mundo virtual. Para suportar esse tipo de interação, o usuário utiliza dispositivos não convencionais como capacete de visualização e controle, luva, e outros. Estes dispositivos dão ao usuário a impressão de que a aplicação está funcionando no ambiente tridimensional real, permitindo a exploração do ambiente e a manipulação natural dos objectos com o uso das mãos, por exemplo, para apontar, pegar, e realizar outras acções.

Programa mais fácil?

Relativamente ao programa mais fácil e acessível de ser utilizado talvez possa nomear o Word. Esta atribuição deve-se essencialmente ao simples acesso às diversas funções que são disponibilizadas, assim, considero que a facilidade com que mudo o tipo de letra, ou crio uma tabela de dados ou manuseio a estrutura da página faz com que o Microsoft Word seja um programa bem organizado e composto caracterizado pela sua não complexidade dos acessos.